Auriel
“Isso não... isso não é possível,” gaguejo as palavras com incredulidade. Elas saem trêmulas, quase sem som, como se a minha própria voz se recusasse a aceitar o que ouve. Meus lábios se movem, mas a garganta aperta e o ar parece não querer sair.
A sensação de irrealidade me invade por completo, como se o chão sob meus pés estivesse prestes a desaparecer.
Encaro Darius e Kim, e nenhum dos dois parece concordar comigo. O olhar deles é sólido, convicto, tão distante da minha confusão que m