Caelum
“Tudo bem, tia. Quando será o baile?” respondo, cedendo com uma relutância que pesa como chumbo em meu peito, o coração apertado pela manipulação sutil que sinto nas palavras dela, uma teia de expectativas familiares que me envolve e me sufoca devagar.
A lealdade à tia colidindo com a empatia por Auriel, cuja vulnerabilidade imagino com uma clareza que me deixa inquieto, o dever real me forçando a engolir o desconforto enquanto o escritório parece encolher ao meu redor, as paredes de m