Caelum
“Olá, bom dia, tia! Como a senhora está?” questiono no telefone, a voz carregada de uma afetuosidade genuína que flui naturalmente, o coração aquecido pela familiaridade da ligação, mas também tingido de uma cautela sutil que faz minhas palavras saírem medidas, o peso das responsabilidades reais pairando em minha mente como uma nuvem distante.
Aria levanta o rosto do computador, os olhos castanhos brilhando com uma curiosidade imediata, e um sorriso se abre em meus lábios, automático e