A luz branca do hospital é deprimente. Coisas apitam aqui e ali e médicos e enfermeiros passeiam pelos corredores e na recepção lá embaixo. A recepcionista me deixou subir, porque convenientemente cheguei dentro do horário de visitas.
Tomás está no quinto andar, em um quarto privado, onde eu posso ameaçá-lo de morte como planejei. De verdade, não tinha muita certeza do que falaria, ou de como seria essa conversa desconfortável. Me recuso a pedir desculpas por algo tão nojento quanto o que ele f