Os dedos dele vencem o impulso de se conter e me tocam. Céus, eles me tocam. Firmes, porém suaves, quatro deles pressionados contra o tecido do vestido, na altura do umbigo. Mas é o dedão que dispara a temperatura febril, sobre a pele exposta nas costas. Ele brinca com as pérolas acima do quadril, que dançam ali, para cima e para baixo. Estremeço e meus joelhos tentam me sabotar. Quase derreto até o chão se não fosse sua mão me segurando no lugar, intensificando a pressão deliciosa e enlouquece