Cap.136
Escondeu a seringa na blusa, colada ao peito, e começou a voltar, os passos leves, a respiração controlada. Seguiu a passos ligeiros em direção à sala onde Ângela estava.
Abriu a porta, mesmo hesitante, e se aproximou dela. O olhar em pânico, os lábios tremendo de medo. Afinal, sabia que aquele ato era mais do que apenas salvar Ângela — significava também matar algo que a própria queria proteger a qualquer custo.
— Desculpa, Ange… mas não posso deixar você morrer… — balbuciou, preparand