O quarto tinha ficado mais silencioso depois que Esteban saiu. O bebê mamava com menos força agora, soltando o peito por alguns segundos, voltando em seguida, como se estivesse testando o próprio limite.
Rafael continuava sentado ao lado da cama, o cotovelo apoiado no colchão, o olhar preso nos dois.
— Você precisa dormir, pelo menos um pouco.
— Se eu dormir, você vai roubar ele de mim.
— Vou roubar nada. Já tenho vocês dois, não preciso de crime novo.
Ela riu fraco.
— Não estou chorando porque