Camila acordou com a sensação de que tinha dormido pouco. O relógio marcava quase oito, a luz entrava filtrada pela cortina e o lugar ao lado dela na cama estava vazio. O cheiro de café vinha do corredor, misturado ao perfume de Rafael.
Ela se ergueu devagar, apoiando as mãos na cama para tirar o peso da barriga. O menino mexeu, como se lembrasse que ainda estava ali. Camila passou a mão pelo ventre.
— Calma, guerreiro. Hoje é ele que vai apanhar — murmurou.
A porta do closet estava entreaberta