Acordei com os primeiros raios de sol infiltrando-se pelas frestas das cortinas pesadas, banhando o quarto em uma luz dourada e suave. Lorenzo ainda dormia entre nós, aninhado como um novelo quente contra meu peito, a respiração agora ritmada e leve, livre dos gemidos febris da noite anterior. Alessandro, ao meu lado, repousava em um sono profundo e tranquilo — raro nele. O rosto esculpido estava relaxado, linhas de tensão apagadas, o braço possessivo jogado sobre a cintura do filho como um esc