De volta a Bari, Positano parecia um sonho distante, daqueles que você acorda querendo agarrar. Os dias se encheram de realidade prática: reuniões com Fiora para a decoração — azulejos de Vietri azuis finalmente chegando, mesas de madeira de oliveira encomendadas —, provas de menu na cozinha improvisada da mansão, buscas por vinhos locais para a carta (um Aglianico encorpado que eu adorava), pilhas de burocracia para licenças e contratações de chef e garçons. Eu corria de um lado pro outro, o c