Quase quatro e meia da manhã quando o rugido dos SUVs rasgou o silêncio pré-alvorada, pneus mastigando o cascalho úmido como dentes famintos. Desci correndo ao hall, descalça, o robe de seda preta escorregando dos ombros e revelando o colo ainda marcado por mordidas antigas. O ar cheirava a chuva recente e metal queimado.
Alessandro irrompeu pela porta principal como um titã exausto, vivo, mas devastado. O terno Armani encharcado de suor grudava ao corpo esculpido, a bandagem no ombro permaneci