Voltar a Bari depois de Positano foi como cair de um penhasco direto no cimento. Alessandro andava cada vez mais paranoico desde que Viktor encostara em mim no clube. Dobrou a segurança, encheu a mansão de câmeras novas, reforçou rotas de deslocamento.
“Não sai sem motorista."
"Não entra em lugar que meus homens não tenham verificado.
"Não some sem me dizer.”
Eu entendia a necessidade, mas, às vezes, sentia que respirava num cofre.
Eu, por meu lado, parecia viver três vidas ao mesmo tempo.