CALEB
Eu estava na varanda de casa, só com a lamparina no batente acesa. O pátio estava úmido, as poças brilhando sob a luz pálida da lua. A noite trazia um vento calmo, quase cúmplice.
O som dos grilos me acompanhava, enquanto eu pensava no dia. Na verdade… nela.
Na forma como Savana atravessou a manhã sozinha, no jeito que ela fala pouco e faz muito, no olhar dela quando soube que o lote tinha sido aprovado.
Não houve fogos, não houve brado. Só aquele sorriso calado — igual ao do pai dela qua