Eu li e reli aquela mensagem de Andressa, durante todo o trajeto que fiz para meu apartamento.
“Marcos está na cidade.”
— Ok. — murmuro, jogando a mochila no sofá e me sentando em seguida. — Seu pai está na cidade, bebê. O que faremos? — passo a mão pela barriga, esperando por um movimento de resposta. — Devemos ir atrás dele? — nada de movimentos. — Esperamos que ele venha até nós?
Bolinho, como eu carinhosamente apelidei meu bebê, chuta a minha bexiga. Não só entendo aquilo como uma respo