— Eu não sou prisioneira, Andressa! É o meu pai!
Andressa e eu estávamos em uma discussão de quase uma hora, pois ela não queria me deixar ir ao enterro do meu pai.
— Amiga, eu sei! Mas você lembra do que a médica disse. Repouso e sem estresse. — o olhar dela era triste. — Sua mãe, a Rayane... você sabe que é estresse na certa.
— É. Mas eu não me importo. Eu preciso me despedir do meu pai.
— Mas você pode perder...
— EU NÃO LIGO! — grito, me sentindo sufocada. — Que eu perca essa criança.