Joguei a moeda. Ouvi o ploft na água.
Matteo me olhou, sério.
— Realizado?
— Ainda não. — respondi, e me aproximei.
O beijo foi suave no começo, como quem testa o terreno. Depois, mais firme, mais real. Suas mãos na minha cintura, as minhas no cabelo dele. Quando nos afastamos, ele sorriu.
— Melhor parte do aniversário?
— Definitivamente. — respondi, rindo.
Caminhamos de volta ao hotel de mãos dadas. Na porta, ele parou.
— Posso te ver amanhã?
— Pode. — disse, sem hesitar.
Ele me bei