O som estridente do celular me arrancou de um sono pesado, como se alguém estivesse batendo um martelo dentro da minha cabeça. Gemi, os olhos apertados contra a luz que vazava pelas cortinas, a dor de cabeça pulsando como se eu tivesse sido atropelada por um caminhão. A tequila da noite passada — e as cervejas que vieram depois, pelo visto — cobrava seu preço. Tateei a mesinha de cabeceira, quase derrubando o celular, e finalmente consegui pegar o aparelho. Era uma mensagem de Andressa.
“AMIGA