Mundo de ficçãoIniciar sessãoO silêncio da noite foi meu único companheiro. Quando o sol começou a se infiltrar pelas frestas das janelas cobertas de poeira, percebi que as velas haviam se consumido quase até o fim, algumas deixando pequenos lagos de parafina endurecida nos pires improvisados.
Despertei encolhido na poltrona, com o corpo dolorido e a garganta seca. Os documentos estavam espalhados pela mesa à minha frente, em um caos que só aumentava o peso no meu peito. Por um instante, achei que talvez tudo nã






