O relógio na parede marcava pouco mais de quatro da madrugada, mas o sono era um privilégio que Elena não conseguia alcançar. Deitada sobre o colchão improvisado no chão do pequeno quarto, com um cobertor fino cobrindo metade do corpo, seus olhos estavam cravados no sofá à sua frente, onde Ariana dormia encolhida, com os braços abraçando o próprio corpo, respirando tranquila.
Elena não tinha essa paz.
Desde que escaparam do caos na mansão de Dante, sua mente era um emaranhado de perguntas. Será