Demir dirigia como se estivesse fugindo de um assalto… ou indo direto para o altar do próprio destino.
O volante firme nas mãos, o maxilar travado, o olhar fixo na estrada.
Zero palavras.
Nada de emoção aparente.
Só aquele silêncio que dava vontade de abrir a porta do veículo e sair rolando morro abaixo.
Enquanto isso, eu?
Eu estava no banco do passageiro, lutando contra meus próprios nervos como quem tenta segurar uma mala lotada com zíper estourado com o pé.
Dois dias.
Só dois dias para me ac