Capitulo Oito - Um jantar, uma amizade de verdade...
Naquela noite, a mesa estava elegantemente posta. O brilho dos talheres de prata refletia a luz suave do lustre, e o aroma da comida assada preenchia o ambiente. Heitor, embora cercado de conforto, se sentia um estranho ali. Olhou para o pai, que comia em silêncio, a expressão rígida e distante. O desejo pulsava dentro dele como um tambor, e ele decidiu que era hora de tentar.
— Pai, posso voltar pra cidade antiga? Só pra ver uns amigos — a voz saiu hesitante, quase um sussurro.
O pai, engrossa