Capitulo Sete - Um céu cinza e as estrelas de papel...
Helena girou o rosto na direção dele, deixando escapar um sorriso tímido.
— O céu daqui é cinza — respondeu, sem tirar os olhos do nada.
Fechou os olhos por um instante, como se tentasse imaginar aquele céu distante.
— Eu queria ver isso um dia — murmurou, e a tristeza na voz fez Heitor sentir um aperto no peito.
Ele a olhou com seriedade, a convicção teimosa de quem acredita no impossível.
— Vai ver. Eu juro. Quando você sair daqui, vai ver o céu mais bonito do mundo. Comigo. Quando eu crescer