Priscila Barcella
O aperto no peito não era só uma emoção difusa. Era físico. Real. Como se uma mão invisível comprimisse meu coração, me roubando o ar aos poucos.
Meus olhos correram até Nina, que dormia tranquila no carrinho, alheia ao terremoto silencioso que se desenrolava ao seu redor. Seus cílios longos descansavam sobre as bochechas coradas, o peitinho subia e descia suavemente com a respiração calma de um bebê que não conhece o peso dos segredos que rondam sua história.
Depois, olhe