O sol já tinha nascido quando saímos do hospital.
Mas ninguém ali sentia o dia.
Dandara estava em silêncio.
Mais calma por fora.
Mas diferente.
Mais firme.
Ela não estava mais quebrada.
Ela estava decidida.
— Vamos pra casa? — Guilherme perguntou.
Ela demorou alguns segundos para responder.
O olhar perdido pela janela.
E então negou.
— Não.
Os três olharam pra ela.
— Antes eu preciso fazer uma coisa.
Théo franziu o cenho.
— O quê?
Dandara respirou fundo.
Como se estivesse reunindo coragem.
— Eu