O carro parou em frente à casa.
Dandara ficou em silêncio por alguns segundos.
O olhar fixo no portão.
Ali era onde tudo começou.
Onde ela sempre foi protegida, amada, e onde, por tanto tempo ela fingiu que estava tudo bem.
Respirou fundo.
As mãos ainda levemente trêmulas.
— Você não precisa ser forte aqui — Guilherme disse, olhando pra ela.
Ela assentiu mas não respondeu.
Abriu a porta do carro e desceu.
Cada passo até a entrada parecia mais pesado.
Mas, ao mesmo tempo necessário.