A porta do quarto se abriu de forma brusca.
— Dandara?!
A voz de Théo veio carregada de desespero.
Guilherme entrou logo atrás.
Os dois pararam no mesmo instante.
A cena diante deles…
foi um choque.
Dandara estava nos meus braços.
Chorando.
Frágil.
Destruída.
Por um segundo…
nenhum dos dois conseguiu se mover.
Como se aquilo não fosse real.
— Não… — Guilherme murmurou, a voz falhando.
Théo passou a mão no rosto, tentando processar.
Mas não conseguia.
— Danda… — ele chamou, mais