A casa já estava mais silenciosa.
As conversas tinham diminuído.
As luzes, mais baixas.
Dandara caminhava devagar pelo corredor,
Sem pressa.
Até parar em frente ao quarto dos pais, a porta estava entreaberta.
E a mãe… sentada na cama.
Como se estivesse esperando.
— Posso entrar? — Dandara perguntou, a voz baixa.
A mãe levantou o olhar.
E sorriu.
— Você nunca precisa pedir isso.
Dandara entrou.
Fechou a porta devagar.
Ficou alguns segundos em pé.
Sem saber por onde começar.
Mas n