Naquela noite, no quarto, tentou escrever sobre o que sentia. A caneta arranhava o papel, mas nenhuma palavra parecia suficiente. Não era só ciúme. Era como se o mundo tivesse repetido a lição: Ayla sempre teria algo que ela nunca teria. Atenção. Até a atenção de quem Diana secretamente desejava.
Olhou para o espelho. O reflexo mostrava a postura ereta, o cabelo bem penteado, a expressão contida. Uma perfeição vazia. Pensou em desmanchar tudo, bagunçar o cabelo, rasgar o caderno. Mas não fez. A