POV de Bruno
Saí de São Paulo em direção ao Rio, apreensivo por deixar Marjorie nas mãos daqueles três disfuncionais. Ela podia achar que estava sofrendo muito, mas eu sabia que todos estavam pegando leve por minha causa. Eu conhecia perfeitamente do que todos eles eram capazes quando o assunto era tortura.
E, sem mim lá, não sabia se respeitariam a pausa que ordenei. Mas não podia mais adiar, precisava resolver aquilo. Passaria menos de vinte e quatro horas fora de casa. Esperava que tudo corresse bem.
Me encontrei com quem devia e tivemos uma reunião proveitosa, mas que demorou mais do que eu pretendia. Queria chegar ao hotel antes das 21:00 e ligar pra Marjorie pra saber se estava tudo bem. Às 21:08, eu estava entrando em um bar para brindarmos a nova parceria. Pretendia tomar apenas um drink e sair. Sabia que esses parceiros tinham o costume de mandar prostitutas de luxo tirar informações enquanto embebedavam o pato.
Normalmente, eu me divertia com as “meninas”, bebia às custas do