Eu estava no meu limite.
Não era a dor física. Dor física eu conhecia. Sabia medir, calcular, suportar. O que me corroía era a dor psicológica. A perversidade calculada.
Arrancar a pele da minha perna com o rosto do meu filho.
Aquilo não foi tortura comum. Foi mensagem. Foi assinatura.
Giselle fez com precisão cirúrgica. Nada ali era descontrole. Ela retirou como quem descola um adesivo caro. Eu não precisaria de enxerto. A pele se regeneraria. A cicatriz seria grotesca, mas fecharia.
Eu fechar