Com a quinta dose deslizando garganta abaixo, Reginald parecia beber mais do que uísque. A cabeça pesava, o mundo girava em torno dele, e as pernas vacilavam — mas ele não parava. Bebia para anestesiar a derrota, para sufocar a impotência que lhe corroía por dentro. Desta vez, não era pelo cargo. Ele queria ser o presidente do conselho por Evelyn — por amor — e por Oliver, para garantir que o menino tivesse um futuro seguro, longe das garras daqueles que transformavam tudo em disp