Bianca caminha de um lado ao outro, repetindo as palavras da amiga como se estivesse recitando um verdadeiro mantra de sobrevivência amorosa, respirando fundo entre cada frase.
— Pisca, sorri, joga o cabelo e não derruba nada. — Bianca murmura, andando em círculos como uma panela de pressão prestes a explodir. — Pisca, sorri, joga o cabelo e não derruba nada!
Ela para em frente à porta da despensa e se observa no vidro, como se estivesse diante de um espelho de julgamento final.
— Pelo amor de