Bianca sente o coração acelerar no peito de um jeito tão inesperado que ela quase esquece de respirar.
A mão dela continua presa na dele, quente demais, firme demais, íntima demais para alguém que nunca passou disso.
— Eu. — Bianca inicia, sentindo a garganta apertar enquanto o nervosismo sobe pelo peito. — Eu gostaria, sim, muito.
O sorriso de Edward surge no mesmo instante, lento, bonito e confiante, como se ele tivesse esperado exatamente aquela resposta durante todas as manhãs anteriores.
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