O silêncio entre Fabrizio e Seraphina no interior do veículo era denso demais para ser ignorado.
A cada quilômetro percorrido rumo à Taormina, ele sentia a respiração dela preencher o espaço como uma provocação silenciosa.
— Não iremos parar? — Seraphina pergunta, os lábios curvados em um sorriso insinuante, como se testasse a paciência dele.
Fabrizio mantém os olhos fixos na estrada, o maxilar contraído, como se cada palavra dela fosse mais um obstáculo a atravessar.
— Onde sugere que paremos