Tommaso silencia por alguns instantes, a mandíbula travada, e então, movido pela inquietação de não querer expor mais nada diante de Fabrizio, dá as costas e segue em direção à porta.
— Tom. — Fabrizio chama, o olhar estreito e a sobrancelha arqueada, mas as palavras se perdem no vazio quando a porta se fecha atrás do irmão. — Maledetto.
— Onde vocês estão? — Tommaso sussurra, enquanto percorre o corredor, os olhos atentos a cada sombra.
— A caminho do hospital de Taormina. — Vincenzo responde,