O elevador subiu devagar, como se soubesse exatamente o que estava prestes a acontecer lá dentro.
Gustavo segurava a mão de Ashiley com força firme, mas o corpo dele inteiro parecia lutar para não puxá-la contra si antes da porta fechar.
Assim que a porta se fechou, ele virou para ela.
Os olhos dele estavam diferentes.
Quentes.
Profundos.
Carregados de tudo o que ele segurou por tempo demais.
— Ash… — ele murmurou, com a voz rouca. — Eu tentei te dar espaço. Juro que tentei.
Pausa.
— Mas você n