Havenna dirigiu sem perceber o caminho.
As ruas de Puerto Nuvem estavam quase vazias àquela hora, iluminadas por postes espaçados demais para oferecer conforto. O mar seguia ali, invisível na escuridão, mas presente no cheiro salgado que entrava pela fresta da janela.
Ela estacionou em frente ao loft e ficou alguns segundos dentro do carro, as mãos ainda apoiadas no volante, como se desligar o motor fosse aceitar que estava sozinha de verdade.
Quando entrou, o silêncio a atingiu com mais força