A Casa Raízes já não era apenas um projeto em construção. Tornara-se realidade pulsante. Mulheres chegavam diariamente, algumas com malas pequenas, outras apenas com o corpo e as cicatrizes invisíveis que carregavam. Clara caminhava pelos corredores restaurados do casarão como se percorresse um templo. Ali, cada sala tinha um propósito: oficinas de escrita, de costura, de arte. Cada canto respirava vida nova.
Mas, em meio a tantos rostos, havia um que a perturbava profundamente.
Seu nome era Jú