Olivia
Sentei no chão frio do banheiro como se minhas pernas tivessem esquecido como funcionava o equilíbrio.
O teste descansava sobre a pia, virado pra baixo. Como se evitar olhar fosse me dar algum tipo de controle sobre o que estava prestes a acontecer.
Uma, duas, três linhas do tempo se desenrolavam na minha cabeça. Em uma, era tudo alarme falso. Em outra, eu criava um bebê com um cara que mal conhecia. Na última, Dante segurava minha mão e sorria… mas essa era só uma alucinação romântica a