A luz do rádio piscou uma última vez antes de apagar completamente. O silêncio que se seguiu dentro da cabana foi pesado. Do lado de fora, a quietude da floresta foi coberta pelo som de passos. Dezenas deles. Mercenários fechando o cerco na escuridão.
Kael não hesitou, mesmo com o rosto pálido e os músculos tremendo de exaustão após o choque que sugou o veneno das suas veias. Ele chutou um tapete velho e empoeirado no canto da sala, revelando uma porta de ferro escondida no piso: um alçapão.
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