O som da sirene quebrou a bolha de desejo que nos prendia contra a porta de ferro.
Mas a conexão entre nós não sumiu. Ela apenas mudou de forma.
Kael não me mandou recuar. Ele não gritou para que eu corresse para o quarto e me escondesse debaixo dos lençóis como uma fêmea humana frágil. Os olhos dele desceram pelo meu rosto, farejando a adrenalina, a fúria da loba contida e a firmeza dos meus músculos. Ele sabia que eu não ia quebrar.
Ele se abaixou. E pegou o cabo da minha adaga de prata. Kael