O ar ali dentro estava pesado, quase impossível de respirar. O calor que emanava da nova tatuagem na minha garganta não agia mais como um ferimento ardido, ele havia se transformado em um veneno doce, incendiando cada terminação nervosa do meu corpo.
O cheiro de Kael, deixou de ser apenas um perfume no ar para se tornar uma presença. Ele encurralava meus sentidos, impregnando o banco e prendendo a minha mente em uma caixinha estreita onde só existia uma única necessidade primitiva.
O sobretudo