A boca de Kael desceu para o meu pescoço. O calor do corpo dele era uma fornalha contra a minha pele, mas a respiração ofegante que batia no meu rosto não era apenas de desejo. Era de dor.
Meus olhos estavam fixos no braço esquerdo dele. As veias negras e grossas pulsavam de forma bizarra, subindo pelo antebraço, cruzando a dobra do cotovelo e avançando agressivamente pelo bíceps rígido. A necrose estava se movendo. Rápido demais, como vermes debaixo da pele, subindo em direção ao tronco.
Meus