O silêncio no galpão era ensurdecedor, quebrado apenas pelo gotejar constante do sangue de Benjamin no concreto rachado, e pelos soluços irregulares de Amelia, que ainda tremia ao lado dele, com os olhos vidrados em terror. O corpo dele pendia na cadeira como um trapo ensanguentado, os gemidos fracos escapando dos lábios pálidos.
Min-ho limpava as mãos na camisa, o peito ainda arfando, e os olhos ainda flamejando com a raiva que o consumira.
Eu observava tudo, com o martelo na minha mão, o peso