O sol mal havia nascido quando voltamos ao galpão, o céu cinzento refletindo o peso que carregávamos. Os soldados abriram a porta, e o cheiro de suor, sangue e medo me atingiu como um soco. Os reféns ainda estavam lá, amarrados às cadeiras de metal, as cabeças baixas, o cansaço e o terror visíveis em cada linha de seus rostos.
Amelia parecia um espectro, o rosto pálido, a mão machucada agora inchada e roxa, envolta em um pano improvisado pelos soldados. Benjamin tremia, os olhos vermelhos de lá