Com as mãos trêmulas, atendi.
— Mi-Suk? — a voz dele veio firme, porém carregada de preocupação. — Eu ouvi tudo… você está bem? Onde você está?
Ao escutar Min-ho, a muralha que eu tinha erguido dentro de mim ameaçou desmoronar. As lágrimas que segurei diante de Benjamin finalmente escorreram, quentes, pela minha pele.
— Eu saí… eu não aguentei ficar lá dentro. — minha voz falhou, baixa, quase em um sussurro — Ele… ele é um monstro, Min-ho.
Do outro lado da linha, o silêncio dele foi breve, mas