O sol havia desaparecido por completo, dando lugar a uma noite morna e silenciosa no litoral mexicano. Do lado de fora, o som ritmado das ondas batendo contra as pedras parecia ditar o compasso do momento, como se a própria natureza segurasse a respiração.
Na pequena sala iluminada apenas por uma luminária âmbar, Tomás dormia profundamente no sofá, os braços soltos e o sorriso ainda pintado no rosto, como uma marca viva de felicidade recém-descoberta.
Helena o cobriu com uma manta leve, os dedo