No fim daquela tarde, Amanda atravessou os corredores da Construtora Mancini como quem caminha por um campo minado. Os olhares dos funcionários, os cochichos abafados… havia tensão no ar, densa, quase palpável.
Ao abrir a porta do escritório de Lucca, encontrou-o de pé, ao telefone, os ombros rígidos, a mandíbula cerrada. O olhar que lançou a ela era o de um homem à beira do colapso.
— Certo. Me mantenha informado. — Ele desligou, jogando o celular sobre a mesa com força contida. — Laura prot