Amanda saiu do prédio do Ministério Público em meio a uma garoa fina que começava a cair sobre São Paulo. O céu estava cinza, carregado, como se refletisse o que ela ainda carregava por dentro. Chamou um carro e seguiu direto para a Construtora Mancini. Precisava ver Lucca. Precisava contar.
Quando entrou no prédio, os seguranças trocaram olhares entre si, mas não disseram nada. Já sabiam. As notícias corriam rápidas demais nos corredores do poder.
Ela subiu até o andar da presidência, sentin