O relógio ainda nem marcava sete da manhã quando Amanda foi despertada por batidas insistentes na porta. Rápidas, impacientes, quase agressivas.
Ela levantou com os olhos ainda ardendo da noite mal dormida, vestida apenas com uma camisola fina e o corpo exausto, como se carregasse o peso de todas as verdades engolidas nas últimas vinte e quatro horas.
Abriu a porta, esperando encontrar Lucca.
Mas não era ele.
— Bom dia, Amanda. — Laura surgiu como uma tempestade disfarçada de mulher, impecá